Entrevista a boxeadora argentina Andrea “La Cobrita” Sanchéz.

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Publicado em português e espanhol.

Publicado en portgués y español.

1- Conte-nos de onde você é?
Nascida e criada em Villa Angela, província do Chaco, Argentina. Estou radicada em Buenos Airess Capital no Barrio Almagro.

2- Como você chegou ao Boxe?
Herdeu oBoxe do meu pai, desde muito pequena treino para competir, com o objetivo de ser campeã e chegar ao mais alto com esse esporte que para mim é muito rico espiritualmente.

3- Quem foram seus professores?

No processo amador tive vários, mas para os anos que me formei como boxeador amadora foram poucos, de forma que posso dar nomes em ordem. Fiz duas exibições e meu debut amador com o Marcio Suarez de Villa Angela no Chaco. Meu segundo treinador foi Mario Maron, DT de VACH, logo me radiquei com poucos combates em Rafaela, província de Santa Fé, onde fui decidida buscando um futuro com o Boxe, e fui treinada pelo DT Fabián Heck de Rafaela. Nos anos seguintes tomei a decisión de enfrentar desafios mais dificies e vim destino a Buenos Aires, onde tomei classes de Boxe com o Campeão Mundial Sergio Victor Palma, o que me deixou em mãos do DT Jorge Ocampo para ir me encaminhando ao profissional, onde o destino me deixou em mãos de Julio Garcia meu DT oficial e de Arlberto “Coca” Andrada. Tive o grande orgulho de aprender muito destes experientes mestres.

4- Quando você decidiu competir?
Decidi competir quando decidi começar a treinar porque me sentia boxeadora já quando era bem pequeninha.

5- Atualmente como está formada sua equipe técnica?
Como Diretor Técnico tenho a Júlio Garcia e Alberto Coca Andrada, meu preprador físico é Ricardo Meloni (Richard), no psicologico e controle de alimentação, se encarrega meu doutor e terapeuta Marcelo Ferrer Sanchéz.

6- Como sua família tomou essa decisão de ser boxeadora, há mais boxeadores na famíla?
Me apoiaram e seguem me apoiando muito, mas antes de ser boxeadora, quando estava ainda tentando chegar lá, não queriam esse futuro para mim, preferiam que eu estudasse direito ou desempenhara outra profissão, porque minha  família estava um pouco assustada com a idéia de ver em cima de um ringue trocando socos.Bem na minha família há mais boxeadores. Meu pai foi boxeador, minha irmã tentou seguir meus passos no Boxe, tinha muitas condições, mas optou por seguir estudando. Meu único irmão fez combates de exibição também, mas preferiu o futebol como esporte. Entenderam que o esporte dos punhos não é para todos, sou das que compartilha a idéia que “Um boxeador primeiro nasce e depois como  Dom se faz boxeador”. Então no momento sou a única boxeadora ativa na família. Depois tenho tios e primos que são boxeadores ativos.

7- Quando você decidiu dar o passo ao profissional?
Decidi passar ao profissional quando com a minha equipe chegamos a conclusão que não tinha mais nada por buscar no Boxe amador, já havíamos passado por muitas experiências e notamos que deveria dar o passo ao profissional por eu ter um Boxe muito técnico e firme, muito diferente ao Boxe amador no qual fazia a diferença no combates de 3 rounds de 2×1, perdi meus 5 últimos combates, mas não porque minhas adversárias eram melhores que eu, mas porque a etapa de amadora venceu a validade e era o momento de passar ao profissional.

8- Por favor deixe uma mensagem às meninas que querem começar no Boxe.
Que treinem com conciência e escutem bem os conselhos de seu técnico porque este esporte é lindo,  mas sempre e quando estamos preparados para subir em um ringue e treinador para dar combate, golpear e não ser golpeado. Que adotem uma vida saudável, é parte também de um boxeador profissional

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Por Márcio Reginatto
ESPAÑOL

1- Contános de donde eres?
Nacida y criada en Villa Angela, província del Chaco, Argentina. Estoy radicada en Buenos Airess Capital en el Barrio Almagro.

2- Como llegaste al Boxeo y con que edad?
Heredo el boxeo de mi padre, desde muy chica entreno ya para competir boxeo con el objetivo de ser campeona y llegar a lo mas alto con este deporte que me enriquese espiritualmente.

3- Quienes fueron tus profesores?
En el proceso amateur tuve varios, pero para los años que me formé como boxeadora amateur fueron pocos, asi que puedo nombrarlos en orden. Dos exhibisiones y mi debut amateur me entrenó Mario Suarez de Villa Angela, Chaco, segundo entrenador fue Mario Maron DT de V.A.CH, luego me radiqué con pocas peleas en Rafaela, Santa Fé donde fui decidida buscando un futuro con el Boxeo y me entrenó el DT Fabian Heck de Rafaela (S.F), años siguientes tome de la decisión de enfretarme retos y desafios más dificiles y vine destino a Buenos Aires Capital donde tomé clases de boxeo con el Campeón Mundial Sergio Victor Palma, lo cual me dejó en manos del DT Jorge Ocampo para ir encaminandome al profesionalismo, donde el destino me dejó en manos de Julio Garcia mi DT oficial y Alberto Coca Andrada. Tuve el grande orgullo de ser aprendida de grandest experimentados maestros.

4- Cuando decidiste empezar a competir?
Decidí competir cuando decidí empezar a entrenar porque me sentia boxeadora ya desde muy pequeñita.

5- Actualmente como está formado tu equipo técnico?
Con mi director Tecnico Julio Garcia y Alberto coca Andrada, mi prepadro fisico Ricardo (Richard) Meloni, en lo psicologico/mental/estado animico, control alimentición se encarga mi doctor y terapeuta deportivo Marcelo Ferrer Sanchez.

6- Como tomó tu família tu decisión de ser boxeadora? Hay más algún
boxeador en la família?
Me apoyaron y me apoyan mucho, pero antes de ser boxeadora y estaba en el intento, no querian este futuro para mi, hubieran preferido verme recibida matriculada de derecho o que ejersiera otra profesion, ya que a mi familia les asustaba la idea de verme arriba del ring cruzando piñas.
Hay boxeadores en la família, mi padre fue boxeador, después mi hermana intento seguir mis pasos con el boxeo y tenia muchas condiciones, pero optó por seguir estudiando. Mi unico hermanito varón hizo exhibisiones también, pero optó por el futbol, entendieron que el deporte de los puños no es para todos, soy de las Que comparte con la idea Que un boxeador primer nace y despues con ese don se hace. Asi Que por ahora soy la unica boxeadora activa en mi familia. Después sigue mis primos y tios Que son boxeadores activos.

7- Cuando decidiste pasar al profesionalismo?
Decidí pasar al profesionalismo cuando notamos com mi equipo que no habia mas nada por buscar en amateur ya que pasamos por muchas experiencias y notamos que me acente al profesionalismo al tener un boxeo muy tecnico y afirmada, muy diferente al boxeo amateur, lo cual hacia la diferencia en los combates de 3 rounds 2×1 y perdí las 5 ultimas peleas amateurs, pero no porque eran mejor, si no porque se me venció la etapa amateur a mi y ya era hora de pegar el salto al profesionalismo.

8- Por favor deje un mensaje a las chicas que quieren empezar en el Boxeo.
Que entrenen a consciencia y escuchen bien los consejos de su tecnico porque este deporte es hermoso, pero siempre y cuando estemos preparador para subir al ring y entrenados para dar combate de pegar y no dejarse pegar, que adopten una vida sana es parte también de un boxeador profesional.

Por Márcio Reginatto

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